Os valores pagos aos artistas do Carnaval de Natal 2026 impressionam. Levantamento feito com base nos contratos publicados no Diário Oficial do Município aponta que os cachês chegam a R$ 1,2 milhão para uma única apresentação.
Até esta quinta-feira, a soma dos contratos já publicados ultrapassa R$ 13,8 milhões. O número pode crescer, já que alguns artistas ainda não tiveram os valores oficialmente divulgados.
O maior cachê é do cantor Wesley Safadão, que recebeu R$ 1,2 milhão para se apresentar na prévia realizada no dia 7 de fevereiro, na Avenida da Alegria, na Redinha. O evento reuniu mais de 130 mil pessoas.
O Carnaval da capital potiguar conta com mais de 40 apresentações nos polos oficiais, além de atrações apoiadas pela prefeitura em blocos, festas e festivais espalhados pela cidade.
Alguns artistas, como Alceu Valença, ainda não tiveram contratos publicados, o que pode alterar o ranking dos maiores cachês.
Também há casos de artistas que fazem mais de um show, recebendo por apresentação, o que eleva significativamente os valores finais.
Veja os principais cachês já publicados
- Wesley Safadão — R$ 1,2 milhão
- Mari Fernandez — R$ 550 mil por show (2 shows = R$ 1,1 milhão)
- Luiz Caldas — R$ 500 mil por show (2 shows = R$ 1 milhão)
- Raí Saia Rodada — R$ 450 mil por show (2 shows = R$ 900 mil)
- Léo Foguete — R$ 400 mil por show (2 shows = R$ 800 mil)
- Márcia Felipe — R$ 400 mil por show (2 shows = R$ 800 mil)
- Carlinhos Brown — R$ 600 mil
- Banda É o Tchan — R$ 600 mil
- Xanddy Harmonia — R$ 650 mil
- Tony Salles — R$ 700 mil
- Natanzinho Lima — R$ 750 mil
Entre os artistas com cachês entre R$ 300 mil e R$ 400 mil estão nomes como Olodum, Jorge Aragão, Jonas Esticado e Grafith.
Já artistas regionais e orquestras de frevo aparecem com valores que variam entre R$ 1 mil e R$ 30 mil por apresentação.
O investimento reforça o porte do Carnaval de Natal, que vem sendo ampliado nos últimos anos e aposta em grandes nomes nacionais para atrair público e movimentar a economia local.
Ainda assim, os valores elevados costumam gerar debate público sobre prioridades orçamentárias e impacto financeiro para o município.
Fonte: G1 RN