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Filho de Letícia Birkheuer volta às redes, acusa a mãe de mentir e diz estar cansado da exposição

João Guilherme, filho da atriz Letícia Birkheuer, publicou um novo vídeo nas redes sociais para se posicionar sobre os conflitos familiares envolvendo a mãe. Na gravação, o adolescente afirma que Letícia mentiu em declarações recentes e nega estar sob influência do pai, Alexandre Furmanovich, ex-companheiro da atriz.

A controvérsia ganhou repercussão após Letícia tornar pública a disputa judicial pela guarda do filho e relatar um suposto afastamento entre os dois. Em resposta, João divulgou inicialmente um vídeo ao lado do pai, no qual descreveu uma convivência conturbada com a mãe e citou um episódio em que teria sido agredido por um enfermeiro durante uma estadia na casa dela, no Rio de Janeiro.

No novo pronunciamento, João voltou a rebater as declarações da mãe. Ele afirmou que as informações divulgadas por Letícia não correspondem à verdade e disse que decidiu se manifestar publicamente para esclarecer os fatos. O adolescente também contestou a versão sobre o acidente de carro ocorrido em julho de 2021, alegando que o pai não estava alcoolizado e que o episódio teria sido causado por um problema mecânico na roda traseira do veículo.

João também falou sobre a contratação de um enfermeiro por parte da mãe, supostamente baseada em um laudo médico. Segundo ele, não houve a adoção de protocolos básicos, como uma avaliação direta com um psiquiatra, e afirmou que nunca houve justificativa para esse tipo de acompanhamento.

Ao longo do vídeo, o adolescente demonstrou incômodo com a exposição do conflito familiar e acusou a mãe de utilizar a situação para gerar engajamento nas redes sociais. Ele afirmou que já havia pedido, em mensagens privadas, para não ser exposto publicamente e disse estar cansado de ver o caso transformado em conteúdo recorrente.

João também contestou declarações feitas por Letícia sobre gastos elevados com o processo judicial. Segundo ele, a mãe afirmou ter investido cerca de R$ 1 milhão na tentativa de retomar a guarda, mas nunca teria contribuído diretamente com despesas relacionadas à sua educação ou rotina.

Ao encerrar o vídeo, o adolescente afirmou que prefere manter distância da mãe e classificou o embate como uma “guerra midiática”. Ele disse ainda que a Justiça autorizou que fosse morar com o pai aos 11 anos de idade e demonstrou confiança de que o Judiciário compreenderá melhor a situação com o avanço do processo.

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