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Novo áudio de Cíntia Chagas levanta dúvidas sobre a narrativa de violência relatada contra ex-marido

O caso envolvendo a professora e influenciadora Cíntia Chagas e o deputado estadual Lucas Diez Bove (PL-SP) ganhou um novo capítulo na noite desta quinta-feira (24), após a divulgação de um áudio atribuído a Cíntia. O conteúdo trouxe novas controvérsias sobre o andamento do processo que envolve acusações de perseguição e violência psicológica.

No material, Cíntia conversa com uma amiga e menciona uma estratégia para lidar com o ex-companheiro. Em um trecho, ela afirma: “Paguei de louca, falei que eu queria o carro.” Em outro momento, comenta que teria pedido a medida protetiva sob orientação de uma defesa: “Peça medida protetiva, além de ser bom pra você, vai dar um susto nele.”

O áudio indica uma possível manipulação do processo e fragiliza a versão apresentada por Cíntia em boletim de ocorrência registrado em setembro, no qual ela relata agressões físicas e psicológicas. Nas falas, a influenciadora não demonstra abalo emocional, o que gerou dúvidas sobre a autenticidade das acusações.

A defesa de Lucas Bove declarou que o áudio confirma que as acusações foram uma “estratégia de intimidação” e reforça o pedido para que o processo seja revisto, com o afastamento das medidas protetivas ainda vigentes.

O Ministério Público de São Paulo, baseado nas alegações de Cíntia, já havia denunciado o deputado por perseguição e violência psicológica, além de pedir sua prisão preventiva por descumprimento de medidas judiciais. O pedido ainda aguarda análise do Judiciário.

O caso permanece sob segredo de Justiça, e as novas revelações ainda serão avaliadas pelas autoridades. No entanto, juristas ouvidos lembram que, em casos amparados pela Lei Maria da Penha, o depoimento da mulher tem peso relevante, podendo sustentar medidas protetivas e pedidos de prisão, mesmo diante de provas materiais contrárias.

Ouça o áudio:

https://www.instagram.com/reel/DQMHeFtgfy2/?igsh=ZHA5d2E4eHI0c2Fv

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